Quando a máquina propõe e a pessoa decide
No CadVision a IA extrai dados de nota fiscal e foto, mas nada sai para a loja sem alguém confirmar. O ganho está justamente aí.
Automatizar cadastro de produto inteiro parece a promessa óbvia. Só que catálogo errado gera venda errada, devolução e prejuízo, e a pessoa que responde por isso não é o modelo de linguagem.
A escolha foi tratar a IA como quem preenche o formulário, não como quem aperta o botão. Ela lê imagem e documento fiscal, propõe os campos e explica de onde tirou cada um. A validação continua humana, e ficou rápida porque só resta conferir.
O resultado é menos vistoso do que dizer que tudo é automático, e sobrevive melhor ao uso diário.